[Português] Gestão do risco: para que, furada uma camada, reste a seguinte
Texto
A gestão do risco não é uma definição única, mas várias camadas de limites que atuam por ordem. Com uma só camada, no dia em que essa condição falha fica exposta a conta inteira.
As camadas sobrepõem-se para que, furada a etapa anterior, reste a seguinte.
- Percentagem de risco por operação — Fixe primeiro, face ao saldo, o valor que pode perder de uma vez e calcule o volume a partir daí.
- Stop inicial — Coloca-se no ponto que a estrutura determina. Não se aproxima o stop só para acertar no volume.
- Limite de spread máximo — Nos períodos em que o custo aumenta, impede a própria entrada. É especialmente importante antes e depois das divulgações.
- Número de entradas e espera para reentrar — Corta o impulso de responder logo a seguir a perdas consecutivas. A própria frequência é um risco.
- Bloqueio por perda diária — Ao atingir o limite, para-se por aquele dia. É a última linha de defesa, por isso recomendamos mantê-la ativa seja qual for o seu perfil.
Ainda assim, estes mecanismos não garantem que a perda fique dentro dos valores definidos. Gaps, slippage, alargamento do spread e falhas de ligação podem impedir que o stop seja executado ao preço planeado e, nesse caso, a perda pode ultrapassar o limite configurado.
Material de aprendizagem da comunidade: não é aconselhamento de investimento, recomendação pessoal nem convite a negociar. As condições aqui reunidas servem para explicar o conceito, e o funcionamento real e os valores de configuração devem ser confirmados face à versão fornecida e ao respetivo documento de configuração. Nenhuma regra garante lucro, um limite de perda ou a execução ao preço previsto.
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